quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Amor


"Daqui a 50 anos eu ainda vou saber seu nome e vou me lembrar

de todas as vezes que você me fez sorrir. Na minha memória, tão
congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços -
você ocupa um dos lugares mais bonitos."

Caio Fernando Abreu


"Desculpa toda essa sede maldita de profundidade, mas, eu gosto assim, meu amor. Eu gosto de me afundar, me afogar, morrer em mim mesmo. Não gosto dessas piscininhas rasas, gosto dessas lagoas fundas, que me proporcionam algum perigo."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vai menina...

"Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça. Não espere. Promessas, vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer..."

Caio F.


domingo, 14 de agosto de 2011

Eu não quero voltar sozinho

Curta metragem
Elenco:

Guilherme Lobo, Tess Amorim e Fabio Audi

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Moderação na temática gay não põe a Globo no armário

Nos temas polêmicos, as novelas da Globo sempre testaram os limites da tolerância do espectador – e deram um passo atrás quando ele se mostrou chocado. Não é diferente em 'Insensato Coração'


Assunto que marcou a semana, a moderação da temática gay em Insensato Coração, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, não é, como pode parecer à primeira vista, um retrocesso da Globo. É, antes, uma decisão em linha com o histórico das novelas da emissora, que sempre testaram os limites de tolerância do espectador, contribuindo para a pauta de debates públicos (confira lista abaixo), mas sempre recuaram quando o público começou a se escandalizar. Foi assim que, ao longo dos anos, a Globo abordou temas como divórcio, alcoolismo, emancipação da mulher, violência doméstica - e que vem retratando a homossexualidade em quase todas as novelas, sem precisar hastear a bandeira do arco-íris.

A novela das oito – agora das nove – da Rede Globo não é apenas o produto de massa mais bem sucedido do país. As tramas exibidas nessa faixa são quase uma instituição cultural entre os brasileiros. Afinal, o horário nobre só recebe este nome porque coincide com um dos únicos períodos do dia em que a maioria das famílias consegue se reunir, no fim da jornada que costuma incluir trabalho e estudos. Ciente dessa penetração, e, é claro, das vantagens comerciais que ela lhe proporciona, a emissora procura agradar ao público amplo que a assiste, sem deixar de estimular discussões que tomam o país, com efeitos positivos para a sociedade, e se revertem em audiência, igualmente positiva, para o canal.
Atualmente, a temática gay tem acompanhado a sobremesa noturna dos telespectadores de Insensato Coração. Desta vez, porém, o debate sobre o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo – os personagens Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) – extrapolou os limites domésticos, quando a Globo decidiu reduzir o espaço do romance homossexual na trama. Militantes do movimento gay chiaram publicamente, acusando a emissora de censura.

O discurso militante é inflamado, mas não preciso, já que nos últimos anos, personagens gays se tornaram quase onipresentes nos folhetins da Globo. E que, na própria Insensato Coração, mesmo com a redução do espaço dedicado à  temática, a homossexualidade é tratada de maneira inédita. Não há apenas o gay sofredor, vítima do preconceito da sociedade, ou o gay caricato, feito para protagonizar cenas de humor. Há gays diversos: há o advogado recatado da ex-reality show Natalie Lamour (Deborah Secco), o professor universitário bem-resolvido (o já citado Hugo), o garçom espevitado que paquera estrangeiros em Ipanema (Chicão, vivido por Wendell Bendelack), o promoter que adota todas as gírias do mundo gay (Roni, de Leonardo Miggiorin) e, finalmente, o executivo enrustido que se esforça para sair do armário (o também já mencionado Eduardo).
Essa diversidade representa uma mudança significativa na forma como a TV costuma retratar homossexuais. Mas soou exagerado para a emissora mostrar cenas em que o casal Eduardo e Hugo sai de um motel – um dos trechos do roteiro que tiveram sua veiculação vetada pela emissora. Ora, falar sobre o casamento entre gays ainda pode ser algo incômodo nas salas de estar no Brasil. Se a máxima de que as novelas espelham a sociedade é verdadeira, Insensato Coração simplesmente cumpriu o papel do folhetim.



Fonte: Veja.com

Apenas um Sorriso - Cibelle Hespanhol



Eu sei não vai ficar
E a saudade vai curar
Só um sorriso vai valer o que virá
E o velho adeus vai nos mostrar
O que será?


Se de repente
Não olhar pra trás
É que o desejo não cabe mais
O amor acaba
Quando não se satisfaz
O olho brilha, mas a lágrima não cai


Na ausência
Um novo amor virá
E o que restou
Vai acabar
Eu sei que vai dizer pra ele
que entre nós
Nunca existiu amor

Tão Perto - Cibelle Hespanhol



Sem pressa, escrevo
Mais um bilhete pra você
Dizendo, que quero
Te encontrar naquela rua
Tão perto eu desejo
Ser somente sua


Me peça, um beijo
Que eu faço charme sem querer
Diz que não me deseja
Que eu me derreto por você
Sei que pode sentir
Essa magia entre nós
E que só quer me ouvir
É prisioneiro da minha voz


Fiquei do teu lado
E apostei na diversão
E tudo que há de bom
Veio em nossa direção




E de repente tudo pode mudar
Acreditar que a gente pode ficar
Se o coração pedir 
Eu busco pra te dar
É só chamar 
Que eu vou correndo te encontrar