quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cerimônia coletiva no Rio celebra a união de 43 casais homossexuais



Casal que teve união anulada em Goiânia compareceu ao evento
Luisa Bustamante

O Rio de Janeiro celebrou, na tarde desta quarta-feira, 22, a união de 43 casais homoafetivos. Uma cerimônia coletiva, no auditório da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, centro da cidade, oficializou as uniões perante a lei, garantindo o reconhecimento das relações homossexuais.
O evento teve como celebrante o desembargador Siro Darlan e contou com a presença do secretário do Ambiente, Carlos Minc. A iniciativa é do Governo do Estado, como reforço da campanha “Rio Contra a Homofobia”.
Protagonistas da recente polêmica de ter a união estável anulada por um juiz, o casal goiano Léo Mendes e Odílio Torres compareceram à cerimônia, para oficializarem mais uma vez a união.
“Somos o primeiro casal a ter uma união estável registrada duas vezes. Isso é para mostrar que os juízes não devem afrontar as decisões do Supremo Tribunal Federal e desrespeitar os direitos dos homossexuais”, afirmou Léo Mendes. “Eles não têm o direito de acabar com a nossa felicidade e o nosso sonho de constituir uma família”.

Léo Mendes e Odílio Torres compareceram ao evento e oficializaram a união pela segunda vez
Léo Mendes e Odílio Torres compareceram ao evento e oficializaram a união pela segunda vez
O Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, Claudio Nascimento reiterou que a cerimônia é um desdobramento da decisão do Supremo de reconhecer a união homoafetiva. Claudio também aproveitou o momento para oficializar sua união com João Silva pela segunda vez.
“Esta data é um marco histórico que representa a iniciativa do Estado no reconhecimento da igualdade de direitos e da cidadania dos homossexuais”, comemorou.
Para o ex-ministro do Ambiente, Carlos Minc, a cerimônia representou um “ato de amor que vai ajudar a derrubar os muros da intolerância, do preconceito e da violência” contra os homossexuais. O secretário acrescentou que a causa dos homossexuais na luta pela igualdade de direitos está no mesmo nível das lutas contras o “apartheid e a escravidão”.

Claudio Nascimento (direita) e João Silva comemoraram
Claudio Nascimento (direita) e João Silva comemoraram
Mesmo com as comemorações, muitos casais reconheceram que a homofobia ainda é muito presente. Odílio conta que, por conta da exposição da anulação do casamento, perdeu o emprego, ficou proibido de visitar a igreja evangélica que frequentava e não fala mais com a família.
“A gente vive com a homofobia todos os dias”, lamentou. “Mas temos que mostrar que somos iguais perante a lei, e essa cerimônia aqui ajuda a combater o preconceito. Estamos aqui para pedir que as pessoas não parem de sonhar e acreditem que a união é possível”, acrescentou.

Flavia e Elizabeth selaram a união
Flavia e Elizabeth selaram a união
Ambas vestidas de noiva, Flavia Nogueira e Elizabeth Cunha ressaltaram que o momento é importante por que dá visibilidade às relações afetivas entre gays, lésbicas, travestis e transexuais.
“Estamos juntas há cinco anos, a nossa festa já aconteceu e já nos casamos na nossa religião, mas esse dia é importante porque podemos oficializar a nossa união perante a sociedade e exigir os mesmos direitos que os casais heterossexuais têm”, argumentou Flavia.
Parentes e amigos prestigiaram
As cadeiras do auditório da secretaria já estavam ocupadas uma hora antes do evento começar. Na platéia, amigos e parentes deram apoio aos casais. É o caso de Amanda Carine, jovem de 17 anos que foi assistir o casamento do pai.
“Eu sou cabeça aberta, comigo não tem essa. Tudo que quero é a felicidade do meu pai”, contou.
O professor de inglês, Isaque Lima, foi dar apoio a dois casais – um de amigas, outro de amigos – e fez questão de lembrar que a iniciativa é importante para prestigiar o afeto entre os homossexuais.
“É uma forma de mostrar que estamos caminhando para o começo da liberdade de expressão e da demonstração do amor”, comemorou.

Casal gay junto há 61 anos espera nova lei para se casar‏

Richard Dorr, 84 anos, e John Mace, 91 anos, querem esperar que o casamento gay seja aprovado em Nova York
Foto: Jamie McGonnigal/Equality Photography.com e Freedom to Marry/BBC Brasil

Dois professores de canto, que vivem juntos há 61 anos, aguardam a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York para se casarem. Richard Adrian Dorr, de 84 anos, e John Mace, de 91, já receberam o convite de um amigo do Estado americano de Connecticut, onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, para oficializar a união. Mas os dois, que moram em Nova York desde a década de 40, querem se casar na cidade e pretendem esperar até que o casamento gay seja aprovado lá.
"Começar uma nova fase na vida, ao se casar depois de 61 aos, seria completar algo que foi muito maravilhoso para nós dois", afirmou Richard Dorr. "Seria ótimo poder dizer: 'somos casados'", disse Mace. "Somos novaiorquinos e, depois de 61 anos de união, sentimos que temos o direito de ser casados, em Nova York. Já está na hora, não?", pergunta Dorr a Mace durante entrevista à ONG americana Freedom do Marry, que está fazendo uma campanha de divulgação pelo casamento dos dois professores.
Dorr e Mace aguardam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York, já que a lei já foi aprovada na Assembleia do Estado e agora espera aprovação do Senado de Nova York. Além de Connecticut, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já é aprovado em outros quatro Estados americanos: New Hampshire, Massachusetts, Iowa e Vermont, além da capital, Washington. O governador do Havaí, Neil Abercrombie, aprovou a lei de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo em fevereiro, o que abre o caminho para que casais de gays e lésbicas tenham os mesmos direitos que casais heterossexuais a partir de 1º janeiro de 2012.
"Recorde"
Os dois são professores de canto e já deram aulas para atrizes como Vanessa Redgrave e Bette Midler. Dorr e Mace se conheceram em 1948 quando estudavam na escola de artes Juilliard School, em Nova York. Mace trabalhava em meio período na escola e Dorr teve que ir ao escritório onde ele estava.
"Foi um momento que nunca vou esquecer", contou Mace. "Disse para ele: 'quero cantar para você'", disse Dorr. Desde que se uniram, eles criaram juntos o filho de Mace, Paul. Mace afirma brincando que o tempo de união dos dois é como um "recorde". "É tipo um recorde. (...) Tivemos pouquíssimas discussões", afirmou. "Nunca vá dormir brigado", acrescentou Dorr.
Os dois pensaram em casar logo depois dos confrontos de 1969, no bar novaiorquino Stonewall entre os frequentadores homossexuais e a polícia, considerados como a "fundação" do movimento gay nos Estados Unidos e no mundo. Mas, na época eles não conseguiram. No entanto, agora, os dois esperam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo para se casar em Nova York.
 


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pretty Litlle Liars - 2ª Temporada (RMVB)



2ª TEMPORADA

Descrita como uma mistura de “Gossip Girl” com “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” e também como uma versão para jovens de “Desperate Housewives”. A série é baseada em uma série de livros de sucesso, escrita por Sara Shepard, que conta com oito publicações. A história gira em torno de 4 meninas, Spencer (Troian Bellisario), Hanna (Ashley Benson), Aria (Lucy Hale) e Emily (Shay Mitchell) que se tornam amigas de Alison, a garota mais popular da escola. As cinco se tornam amigas inseparáveis e elas escondem um segredo em comum (somente conhecido por Alison) que se revelado, implicará a todas. Em um dia normal, Alison simplesmente desaparece e por causa deste segredo nenhuma delas fica realmente sentida com a perda. As quatro demais amigas vão lentamente se afastando, pois Alison era a “cola” que as mantinham juntas. Anos depois, cada uma das quatro amigas tem coisas diferentes acontecendo em suas vidas, assim como novos segredos que elas escondem de todos: Aria mantém uma relação com um de seus professores; Hanna passa o tempo roubando peças de roupas e acessórios em lojas famosas; Spencer mantém um caso com o namorado da irmã, e Emily se descobre atraída por outra colega de classe. As quatro voltam a se aproximar quando comecam a receber recados, emails, mensagens no celular de alguém que vê tudo, sabe de tudo e que se identifica apenas como “A”.



2ª TEMPORADA - RMVB LEGENDADO



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Fim da 2ª Temporada!


Fonte: O Melhor da Telona

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pastoras lésbicas querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
O casal passou por sessões de descarrego e regressão por causa da orientação sexual (Foto: Clara Velasco/G1)
O casal passou por sessões de descarrego e regressão por causa da orientação sexual (Foto: Clara Velasco/G1)

“Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.

Fonte: G1.globo.com

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Entenda a Lei



Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.
O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero - equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.
Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.
O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.    
Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.

Por quê a lei?
  • Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
  • Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
  • O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
  • O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação [...] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
  • O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
  • A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.
Fonte: Projeto Aliadas – ABGLT

Verdades e Mentiras da Lei Anti-Homofobia



Estamos passando por uma onda de discussões de cunho religioso a respeito da aprovação da Lei Anti-Homofobia.
É urgente que as pessoas leiam o projeto, busquem entender do que se trata e não apenas se filiem a discursos de certas entidades religiosas.
Vamos pensar minha gente!!!!





Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06
Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).

Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.

Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico. Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:


1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?

Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.

É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada - ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?

Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade "pecado"). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.

Concessões públicas (como rádios ou TV's), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?

Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.

Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.




"Estamos vivendo no século da luz: não se deixe arrastar por ilusões, embora bem intencionadas. Raciocine imparcialmente, e nada aceite sem entender. Se não compreende alguma coisa, não a rejeite. Procure aprofundá-la pelo estudo. Não se conforme com a pior das escravidões, que é a escravidão mental. Nascemos para ser livres, e só o seremos qdo raciocinarmos livremente!"
Link: http://www.naohomofobia.com.br/lei/PROJETO%20DE%20LEI%20plc122-06.pdf
Fonte: Não a homofobia.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Novos Personagens em Lip Service


Lip Service - A série sobre um grupo de jovens lésbicas vivendo na Escócia entra em sua segunda temporada incluindo novas atrizes para o elenco:Anna Skellern, que interpretará Lexy, uma médica australiana que se envolve com Frankie; Sinead Keenan (Being Human), Neve McIntosh e Alana Hood. Os personagens dessas três últimas não foram divulgados ainda. A temporada ainda não tem data de estreia na Inglaterra. A série chega ao Brasil no dia 2 de julho, pelo canal MAX HD.






Fonte: (Revista Veja)

Lipe Service - 1ª e 2ª Temporada - RMVB Legendado




Filmada em Glasgow, na Escócia, a série tem como base as experiências da autora e de suas amigas, transpostas para a telinha com o objetivo de explorar os diferentes aspectos da intimidade homossexual de jovens mulheres.
Na história, Frankie (Ruta Gedmintas, vista em “The Tudors”), uma irreverente fotógrafa que evita toda espécie de compromissos, volta à Glasgow para o funeral de sua tia, Carol.  Órfã desde criança, ela foi criada por seus tios, que sempre a trataram como uma estranha. Depois de dois anos vivendo em Nova Iorque, Frankie entra novamente em contato com seu tio, Cameron (Tom Mannion), e com Cat (Laura Fraser), amante que ela abandonou quando a relação começou a ficar séria. Aparentemente bem resolvida, ela vive na ‘montanha-russa’ emocional. Bissexual, Frankie usa os homens apenas para o sexo, pois é com as mulheres que mantém relações amorosas.
A volta de Frankie perturba Cat, uma arquiteta que gosta de manter seus relacionamentos sob controle. Com a tendência de analisar os mínimos detalhes do comportamento das pessoas, Cat é sincera e leal, algo que atrai Sam (Heather Pearce, de “London’s Burning”), detetive de polícia, que ela conhece em um encontro arranjado. Cínica e engraçada, Sam não costuma esconder seus sentimentos, desarmando qualquer pessoa com sua honestidade. O problema é que ela espera receber o mesmo nível de sinceridade que oferece.
Com dificuldades em criar novas amizades, Cat mantém um pequeno círculo de amigos formado por Ed (James Anthony Pearson), Tess (Fiona Button) e Jay (Emun Elliot, de “Paradox”).
Ed é o irmão de Cat, um aspirante a escritor que atualmente faz qualquer tipo de trabalho temporário para pagar o aluguel. Sua vida amorosa é um desastre, pois está secretamente apaixonado por Tess, uma atriz em início de carreira. Sarcástica e autodepreciativa, ela sempre mantém relações com as mulheres erradas, que geralmente a tratam mal.
Jay, também arquiteto, é o sujeito alegre do grupo que, apesar da separação das duas, mantém sua amizade com Cat e Frankie. Mulherengo assumido, ele luta para manter-se fiel à namorada Becky (Cush Jumbo, vista em “Torchwood”). Mas o retorno de Frankie, sua parceira de bebidas e farras, o leva a retomar seus velhos hábitos.
Por fim temos Lou Foster (Roxanne McKee), apresentadora de um programa matutino da televisão. Dona de um humor instável, ela pode passar de um comportamento frívolo e encantador para uma postura irracional e egoísta. Atraindo facilmente a atenção dos homens, Lou mantém seus desejos por mulheres em segredo. Ela não gosta de saber que é lésbica, mas ao conhecer Tess, seus sentimentos passam a dominá-la.
Assistam ao trailer: Nova Série da BBC - Lip Service

1ª TEMPORADA - RMVB LEGENDADO


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FIM DA TEMPORADA




2ª TEMPORADA - RMVB LEGENDADO




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5º episódio - Uploaded (192 MB)
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FIM DA TEMPORADA